Muitos pacientes buscam tratamento terapêutico por passarem sofrimentos na relação, como é o caso da infidelidade. Descobrem na terapia o quanto isso é abusivo, disfuncional e escutam do terapeuta que a estratégia de submissão aprendida na infância é mantedora do abuso.
Mesmo cientes do alerta, decidem de forma consciente, que preferem se manter no relacionamento por também usufruirem de bons momentos e por acreditarem que o abusador repete padrões vivenciados na infância.
Vale salientar que, nem sempre a necessidade do abusado é romper a relação abusiva. Muitas vezes o que desejam é de um terapeuta compreensivo que, se não concorde com a decisão, ao menos respeite.
A correção emocional ocorre quando o terapeuta rompe com suas crenças rígidas, autoritárias e convictas em prol do bem estar do paciente que, em muitas situações é diferente do que almeja para sua vida pessoal.
E assim, como um bom pai , o terapeuta não exibe um filho perfeito que sempre acerta em suas decisões. A principal é mensagem é: INDEPENDENTE DE SUAS ESCOLHAS, ESTAREI AQUI PARA TE AMPARAR E APOIAR.