Lúcia que tem estilo de APEGO ANSIOSO. Não aceitou o fim do namoro, onde era completamente apaixonada. O rompimento da relação a fez reviver a dor do abandono quando criança.
Quando o pai faleceu, a pequena Lúcia, de apenas 3 anos, desenvolveu um MODO VIGILANTE… checava o quarto do genitor na esperança de encontrá-lo lo . Depois passou a ver fotos e pegar em objetos pessoais como forma de mantê-lo vivo dentro de si.
Havia uma recusa em vivenciar o luto, algo comum diante da perda de uma figura tão importante.
Mesmo adulta, o fim repentino simbolizou um abandono parecido com a morte do seu pai, que a fez, de forma involuntária, usar a mesma estratégia infantil.
O apego aos amigos do ex, fazia com que soubesse da rotina do antigo namorado, como por exemplo com quem saia e o que fazia, gerando a falsa sensação de ainda estar conectada a ele.
E novamente a recusa do luto a fazia ficar obcecada e completamente desleixada da própria vida.
Parecia impossível sobreviver a um luto pensando no cadáver todos os dias como se fosse ressuscitar.
Reviver, em TERAPIA, a dor da sua criança órfã do seu amado pai, foi essencial. Junto com a ajuda do terapeuta, conseguiu se conectar e ter compaixão por sua menina desamparada.
Através do exercícios de imagem, conseguiu cuidar de sua garotinha… não se sentiu mais sozinha no mundo.
O sentimento de sua garotinha em não estar mais só no mundo, enfraqueceu a checagem atual, onde a fez buscar pessoas mais disponíveis e capazes de fazê-la lá se sentir viva em sua nova vida.