O EVITATIVO pode terminar uma relação ainda gostando da parceira, mas a busca constante por conexão por parte do ansioso pode soar abusivo e impróprio para aquele que sente a vulnerabilidade como fraqueza.

O estilo de apego de ambos são ativados. A rejeição com o fim do namoro ativa o APEGO INSEGURO DO ANSIOSO, o fazendo usar a estratégia habitual de luta como pedir desculpas, implorar mais uma chance…tudo para não sentir a dor do abandono.

O EVITATIVO também é ativado e ao se sentir sufocado se torna mais indiferente.

Todavia, querer manter contato com a ex é uma estratégia inconsciente do evitativo que ilude o desamparado.

Marcelo odiava o ” jeito grudendo ” da ex, mas continuava gostando dela e a desejando sexualmente… por que não adaptar o modelo de relação para algo sem tantas regras?

Marina, a namorada supostamente grudenta, interpretou o vínculo adaptado a uma oportunidade de conquistar o amor da sua vida , deixando-a temporariamente feliz.

A adrenalina que o evitativo causa pela química da rejeição é falsamente interpretada como amor pelo ansioso devido a obsessão de querer estar perto o tempo inteiro.

O que o ansioso não sabe é que o que gera a tal química é a reprise infantil, onde a criança, tadinha, precisava ficar hipervirgilante para não ser esquecida por suas figuras de apego.

Author

Terapeuta cognitivo comportamental e atuo como psicológo ha 15 anos . Tenho experiência em dependência química e principalmente relacionamentos destrutivos.

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