1. A criança abusada do paciente aprendeu a sofrer a dor do abuso sozinha. A COMPAIXÃO DO TERAPEUTA NÃO PROPÕE MINIMIZAR A DOR do abuso, MAS ESTAR COM O PACIENTE DURANTE O ABUSO.
  2. O TERAPEUTA USA COMPAIXÃO PARA VISITAR A INFÂNCIA DO PACIENTE e compreende perfeitamente que o mesmo não tinha condição alguma de reagir aos maus-tratos.
  3. O terapeuta ao visitar a infância do paciente, através do exercício de imagem, pede para FICAR JUNTO DA CRIANÇA DESAMPARADA e paralisada no abuso.
  4. O TERAPEUTA NORMALIZA A DOR DA CRIANÇA RESIGNADA no abuso, dando a entender que também tem dentro de si uma criança que sofre.
  5. A RELAÇÃO TERAPÊUTICA FAZ O PACIENTE INTERNALIZAR O MODELO DE COMPAIXÃO DO TERAPEUTA ( adulto), fazendo-o se conectar com sua criança.
  6. Além da validar a criança triste, O ADULTO DO PACIENTE PASSA A DAR VOZ A CRIANÇA RAIVOSA DIANTE DO ABUSO.
  7. A parte adulta do PACIENTE, PASSA A PROTEGER SUA CRIANÇA DE ATAQUES ABUSIVOS, colocando-a como protagonista em sua vida.
  8. O adulto saudável do PACIENTE SAI DO MODO SUBJUGAÇÃO e passa a ter raiva e aversão por qualquer pessoa que ameace o emocional de sua criança.
  9. SURGE então ATRAÇÃO QUÍMICA, mesmo que sutil, POR PESSOAS CAPAZES DE ATENDER SUA CRIANÇA INTERIOR.
  10. A COMPAIXÃO APRENDIDA NA RELAÇÃO TERAPÊUTICA finalmente É GENERALIZADA PARA OUTRAS RELAÇÕES.

Author

Terapeuta cognitivo comportamental e atuo como psicológo ha 15 anos . Tenho experiência em dependência química e principalmente relacionamentos destrutivos.

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