Um bom cuidador, apesar de falho, está sempre atento as necessidades de sua cria. Busca informações e orientações com outros adultos a fim de executar melhor sua função.
No filme ” DESEJO OBSESSIVO “, o cuidador sempre se demonstra apático e desconectado, seja em relação as suas conquistas ou família, porém a sutileza da desconexão é vista como uma timidez ou jeito de ser.
Quando conhece a namorada do filho, se sente imediatamente atraído, com muita excitação e pouca empatia com as consequências dos seus atos.
O único receio em ser descoberto era rente a sua imagem e possivelmente as milhões de explicações que teria que dar para família e sociedade.
Mesmo após uma tragédia medonha, o protagonista continua focado em satisfazer seus desejos sexuais. Vale salientar que, obsessão não tem a ver com conexão, mas com ferida narcisista, onde o medo de perder é muito maior que a vontade de amar.
Na clínica, de imediato podemos nos sentir atraídos por pacientes, mas como colocamos nosso ” cuidador para jogar “, o que enxergamos são crianças feridas e desamparadas, implorando conexão.
Fiz mas quem nunca viu o filme viaja na maionese pq vc pulou a parte de como tudo aconteceu…tipo o pai fica com a namorada do filho?