Predadores sociais são pessoais antissociais graves. Podem perseguir qualquer pessoa que “atravesse seu caminho”. Usam comportamentos bizarros para atingir seus objetivos.

Miguel contratou um matador de aluguel para executar seu chefe por não ter conseguido aumento. Jessica fez uma montagem de nudez para prejudicar a “piranha” que namora com seu ex.

O que há em comum entre todos os predadores é que eles já foram criança e como qualquer pequeno tem um lado muito vulnerável que ainda se manifesta em suas vidas.

Estes predadores já foram “presas fáceis” quando criança. Por possuírem históricos de traumas infantis, somados ao temperamento inato, associam vulnerabilidade a possibilidade de abuso.

E o que pessoas felizes têm a ver com isso?

A principal função do ” MODO PREDATÓRIO” é enxergar as pessoas como inimigas em potencial, o que a faz “proteger” sua criança vulnerável.

Pessoas felizes ativam a criança vulnerável do predador, o fazendo se sentir frágil e ameaçado.

Perseguir essas pessoas felizes seria um movimento de proteção… proteção a sua criança vulnerável que continua buscando conexão, amor e brincadeiras.

QUANTO PIOR FOR O COMPORTAMENTO DO SER HUMANO, MAIOR É SUA FERIDA INFANTIL.

O DESAFIO CLÍNICO não é ver o predador como uma pessoa má (todos percebemos isso), mas transpor o modo predatório e se aproximar da criança vulnerável, que uma vez cuidada, enfraquece por alguns momentos, o modo predatório do antissocial grave.

Author

Terapeuta cognitivo comportamental e atuo como psicológo ha 15 anos . Tenho experiência em dependência química e principalmente relacionamentos destrutivos.

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