Em tese , deveríamos sentir aversão ao que traz sofrimento e não sentir atração.
Buscamos repetir conflitos infantis, não apenas por serem familiares e por termos um bom repertório comportamental diante do caos, mas também pela experiência de um desfecho, uma experiência emocional diferente e curadora.
Rebeca se encontra com um homem instável, igual a sua mãe, na esperança de vivenciar uma previsibilidade tão desejada da infância.
Quando ele pede desculpas por ser complicado e instável, a faz se sentir reparada como nunca fora com sua genitora.
Perceba que Rebeca não quer se envolver com alguém estável, mas sim com uma pessoa que possa dizer : “tu não tens culpa da minha instabilidade. Não tem nada de errado contigo.”