Elis era uma criança que genuinamente gostava de brincar e ter amigos. Por pertencer a uma família rígida e punitiva, tinha que fazer vários afazeres para poder se divertir.

O precioso tempo da diversão era tão exaustivo que no momento da brincadeira a criança estava completamente desconectada e sem energia.

Ao se tornar adulta se envolveu com Carlos, um homem apaixonante, porém instável. Para experimentar bons momentos, Elis precisava de muito esforço para estabilizá- lo, o que repetia a exaustão da infância.

Em terapia, é essencial um terapeuta que atenda sua própria criança, para que as sessões não sejam cansativas.

O terapeuta por ser um cuidador precisa INTERNALIZAR UM MODELO DE VÍNCULO QUE AUTORIZE A CRIANÇA FELIZ DO PACIENTE A BRINCAR E SE DIVERTIR DENTRO DAS SESSÕES.

EXERCÍCIOS DE IMAGENS, onde terapeuta e paciente brincam com suas crianças, são essenciais para que este tipo de vínculo seja generalizado para outras relações, facilitando o desenvolvimento do adulto saudável do paciente a colocar limites numa cultura que preza pela exaustão e negligência à espontaneidade e felicidade.

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Terapeuta cognitivo comportamental e atuo como psicológo ha 15 anos . Tenho experiência em dependência química e principalmente relacionamentos destrutivos.

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