É difícil ter compaixão por alguém possessivo, que impede o parceiro de desenvolver vínculos com amigos e familiares. Este perfil recebe vários diagnósticos por aqueles que furiosos o observam.
Procuram terapia quando a vida e seu mundo externo se torna uma extensão do mundo interno. Mal conseguem trabalhar devido a HIPERVIRGILAÂNCIA no parceiro ou ex parceiro. Têm insônia pelo constante estado de alerta, além do afastamento de amigos íntimos e a concretização de um terror chamado rejeição.
O AQUI e AGORA é só uma continuação de uma infância instável, onde controlar significava previsibilidade. O obcecado nunca teve a ambição de uma vida feliz, apenas a garantia de que não seria rejeitado.
E este obcecado quando adulto carrega sua criança dentro de si, que precisou ficar em alerta e criar estratégias para que pessoas importantes não saíssem de sua vida.
É a criança que precisa adoecer para ganhar atenção, fazer escândalos para se notada ou criar problemas no colégio para ser vista pelos pais.
Obviamente, os comportamentos são sintomas e apenas estratégias que escondem uma negligência insuportável de sentir.
Em TERAPIA, focar na relação problemática, além de ser perda de tempo, só servirá para aumentar ainda mais os sintomas do paciente.
O FOCO consiste, por exemplo, em visitar suas festas infantis , fazendo- o reviver a dor da negligência, mas desta vez, com um desfecho diferente.
A cura de uma emoção dolorosa como a refeição só é possível com uma outra oposta .
Quando o paciente revive o abandono infantil, através do exercício de imagem e o terapeuta surge lhe oferecendo conexão e amor, há um desfecho diferente fazendo com que o cérebro ressignifique o trauma.
A relação terapêutica saudável também produz química, podendo fazer com que o paciente generalize esta relação e busque com outras pessoas, inclusive no amor, vivenciar experiências semelhantes.