Todos nós temos compaixão por crianças abandonadas, rejeitadas e abusadas, afinal, são indefesas perante qualquer situação adversa.
A sociedade sempre espera que na adultez as pessoas reajam de acordo com sua idade cronológica, ignorando traumas da infância.
O CAPITULADOR é a ESTRATÉGIA DE SOBREVIVÊNCIA que a criança precisa utilizar para lidar com o caos emocional.
Embora sofra , a criança se submete a todos os abusos e negligências. No íntimo, seu maior pavor é perder o vínculo com os cuidadores de referência.
Ao se torna adulta, o cérebro, já habituado a capitular, tenderá a oferecer o mesmo recurso utilizado na infância.
Por isso , independente da situação privilegiada que o adulto se encontre no contexto social, diante de uma reprise de abuso , as estratégias infantis, que já estão no piloto automático, imediatamente serão executadas.
Será através da RELAÇÃO TERAPÊUTICA que o MODO CAPITULADOR finalmente se enfraquecerá.