ORIGEM DO ESQUEMA: Pai alcoolista, mãe dependente. Enquanto a mãe lutava pela cura do pai , a criança solitária ficava invisível aos olhos de seus cuidadores.

ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DESENVOLVIDAS PELA CRIANÇA: Não pedir ajuda, ser autossuficiente.

SUPOSIÇÕES: Se me torno autossuficiente, não precisarei de ninguém, então nunca mais me sentirei sozinho.

QUÍMICA ESQUEMÁTICA: Atração por amigos frios , chefes demandantes e parceiros frágeis.

PERPETUAÇÃO DO ESQUEMA: Ao se mostrar forte e autossuficiente negava qualquer tipo de ajuda emocional ao mesmo tempo que se colocava a disposição para ajudar o outro.

SITUAÇÃO ATUAL: Buscar terapia para ajudar seu marido desempregado, deprimido e compulsivo pelo álcool.

OBJETIVO TERAPÊUTICO: Fazer com que o paciente entre em contato com sua criança privada. Ajudá-la a sentir a dor das privações e lhe oferecer um colo quente, afetuoso e amparador .

DESAFIO TERAPÊUTICO: Tolerar o modo autossuficiente do paciente, negociando com ele para gradativamente se tornar uma pessoa confiável.

OBJETIVO AMPLIFICADO: Ajudar o paciente a se envolver em relações mais recíprocas. Autorizá-la a sentir raiva por não ter um marido que a acolha em sua vulnerabilidade.

CURA ESQUEMÁTICA: A paciente valida a solidão de sua menina. Passa a ter compaixão e empatia por sua garotinha que só quer ser amada, não permitindo que pessoas frias cuidem de sua criança interior. Apresenta a criança privada vínculos saudáveis. A criança privada finalmente experimenta a alegria de não estar mais sozinha.

Author

Terapeuta cognitivo comportamental e atuo como psicológo ha 15 anos . Tenho experiência em dependência química e principalmente relacionamentos destrutivos.

Escreva um comentário