Mariana aprendeu desde cedo que homens não são confiáveis. A menina funcionava como uma confidente da genitora que, diante das constantes traições do seu pai, incutia na filha todas as sensações de frustação que vivenciava. Assim, Mariana cresceu criando uma espécie de detector de infidelidade. Todas as vezes que acreditava que seria traída, terminava a relação com seus parceiros ou agia de forma grosseira e rude, muitas vezes os humilhando frequentemente.
Recebeu o diagnóstico de abusadora, impulsiva e com transtorno de humor . Poucos sabem que, no íntimo, ela só quer proteger sua garotinha interna , teme sofrer a dor que sua mãe vivenciou, “prefere abusar” a “ser abusada”.