O sentimento de culpa surge após um ato, pensamento contraditório a nossos valores. Negamos a condição de imperfeição e acreditamos que deveríamos ser coerentes sempre.
Quem julga, também erra, experimenta culpa. Entretanto, ao apontar a falha alheia a pessoa se sente aliviada. É como estivesse livre de sua sentença mental, passando para o outro o peso do fardo. O julgador numa fração de segundo passa de réu para juiz, com sentimentos de euforia e satisfação funcionando como prêmio para quem, um dia, foi prisioneiro de sua consciência.

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Terapeuta cognitivo comportamental e atuo como psicológo ha 15 anos . Tenho experiência em dependência química e principalmente relacionamentos destrutivos.

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